segunda-feira, 15 de junho de 2009

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Thelma Guedes e Duca Rachid, autoras de "Pelo avesso", substituta de "Paraíso", além das tramas que irão desenvolver, também pretendem apostar no merchandising social. Mas com o elemento adequado à novela, porque a ordem - evidentemente - é privilegiar a dramaturgia.Por exemplo: há a história de um personagem, que perdeu parte da audição na infância por conta de uma meningite. Ele necessita de uma cirurgia para voltar a ouvir e realizar o grande sonho de se tornar pianista. Thelma e Duca pretendem passar informações sobre os riscos da meningite na infância, pois há vacina, e sobre a importância do uso do aparelho auditivo para quem vai fazer o implante coclear, que é o caso deste jovem.Mas tudo dentro da questão melodramática: os impasses de um menino que aos 16 anos não escuta direito, tem que usar um aparelho grande, se apaixona e quer ser músico.É importante que as novelas, com o poder que têm, se prestem a este serviço.
A Globo sempre foi a emissora mais criticada pela imprensa e telespectadores e nem poderia ser diferente, afinal tem as maiores audiências, as grandes produções e impôs um padrão para a televisão brasileira. Qualquer deslize da Vênus Platina ganha projeção na mídia e quando acontece fuga de público é lá que os números ganham destaque. Como qualquer outra empresa, já cometeu erros, mas o fato é que é a única emissora do país que tem “gordura” suficiente para queimar com projetos alternativos e testar novas linguagens.
A Globo enfrentou um período terrível em sua teledramaturgia e viu os números despencarem, principalmente na faixa das 18h. Crise? Sim, mas solucionada depois de ajustes que surgiram a partir de reuniões. Dizem nos bastidores que o segredo é a paciência e o melhor exemplo disso é “Bang Bang”. A novela derrubou os índices e não tinha condições de melhora, mas foi mantida no ar para atender aos telespectadores que acompanhavam a novela e dar tempo para a próxima produção. Em outras emissoras a solução talvez fosse seu cancelamento, sem maiores explicações. A Globo já eliminou os problemas na teledramaturgia, viu regressar a audiência do gênero, melhorou sua linha de shows e repaginou os telejornais. A nova linguagem adotada do “Globo Esporte” ao “Jornal Nacional” (mais informalidade, entrevistas e conversas) é fruto de pesquisas que projetam não apenas um ano de grade, mas as tendências para 5 ou mais anos.
“Essa é a diferença”, afirma um executivo da Globo que me revelou muitas coisas previstas para os próximos 5 anos. Prometo contar todas no “Parabólica JP”, mas tudo no momento certo.